|
Rafael Xavier
|
|
21 anos, publicitário, Sênior DeMolay, morando entre BHZ e Formiga.
|
|
|
|
ICQ# 85622946
|
|
Parlatório:
|
|
Já era:
|
|
|
|
Eu leio:
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Fotologs:
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Eu gosto:
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Já viram:
|
|
|
|
|
sexta-feira, 19 de novembro de 2004

Homi quente esse.
Rafael Xavier, às 17:16:19
Comentários [ 2 ]
|
sexta-feira, 1 de outubro de 2004
Se eu não tivesse ficado com uma baita cara de viado, até colocaria uma foto minha com meus novos e super bacanas óculos de grau.
Azar de vocês.
Rafael Xavier, às 17:42:26
Comentários [ 2 ]
|
quarta-feira, 29 de setembro de 2004
- Não, o blog não acabou.
- Sim, um dia eu volto.
- Não, não sei quando.
- Sim, tô com uma preguiça monstro e trabalhando horrores.
Rafael Xavier, às 16:23:51
Comentários [ 1 ]
|
sexta-feira, 20 de agosto de 2004
1 Acho que estou emburrecendo. No sentido de ficar burro. Juro que me considerava mais inteligente!
2 PeloamordeDadá, preciso de tomar uma cerveja hoje! Mas tipo não serve sozinho em casa, assistindo Globo Repórter. Tem que ser na rua, de preferência na Savassi, de preferência tomando um chopp do Krug Beer... Se rolar de ficar meio bêbado é bão também.
É isso.
Rafael Xavier, às 16:08:32
Comentários [ 5 ]
|
quarta-feira, 18 de agosto de 2004
Dark Of The Matinee
Franz Ferdinand
You take your white finger
Slide the nail under the top and bottom buttons of my blazer
Relax the fraying wool, slacken ties
And I'm not to look at you in the shoe, but the eyes
Find the eyes
Find me and follow me through corridors
Refectories and files you must follow
Leave this academic factory
You will find me in the matinee, the dark of the matinee
It's better in the matinee
The dark of the matinee is mine, yes it's mine
I time every journey to bump into you accidentally
I charm you and tell you of the boys I hate
All the girls I hate, all the words I hate, the clothes I hate
How I'll never be anything I hate
You smile, mention something that you like
Oh, how you'd have a happy life if you did the things you like
Find me and follow me through corridors
Refectories and files you must follow
Leave this academic factory
You will find me in the matinee, the dark of the matinee
It's better in the matinee
The dark of the matinee is mine, yes it's mine
So I'm on BBC2 now, telling Terry Wogan how I made it
And what I made is unclear now
But his deference is and his laughter is
My words and smile are so easy now
Yes, it's easy now, yes, it's easy now
Find me and follow me through corridors
Refectories and files you must follow
Leave this academic factory
You will find me in the matinee, the dark of the matinee
Well, find me and follow me through corridors
Refectories and files you must follow
Leave this academic factory
You will find me in the matinee, the dark of the matinee
It's better in the matinee
The dark of the matinee is mine, yes it's mine
Rafael Xavier, às 10:33:10
Comentários [ 2 ]
|
quinta-feira, 12 de agosto de 2004
>Drive
Sometimes, I feel the fear of uncertainty stinging clear
And I can't help but ask myself how much I'll let the fear
Take the wheel and steer
It's driven me before
And it seems to have a vague, aunting mass appeal
But lately I am beginning to find that I
Should be the one behind the wheel
Whatever tomorrow brings, I'll be there
With open arms and open eyes
So if I decide to waiver my chance to be one of the hive
Will I choose water over wine and hold my own and drive?
It's driven me before
And it seems to be the way that everyone else gets around
But lately I'm beginning to find that
When I drive myself my light is found
So whatever tomorrow brings, I'll be there
With open arms and open eyes
Would you kill the Queen to crush the hive?
Would you choose water over wine
Hold the wheel and drive?
Às vezes eu sinto o medo da incerteza me incomodar. E eu não posso fazer nada além de me perguntar por quanto tempo vou deixar o medo assumir o volante e guiar. Ele já me guiou antes, e parece ter uma certa atração assustadora. Mas de uns tempos pra cá tenho começado a perceber que eu é que deveria estar atrás do volante.
Rafael Xavier, às 18:10:32
Comentários [ 0 ]
|
O Mundo É um Moinho
Cartola
Ainda é cedo amor, mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Presta atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
E em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com teus pés
Rafael Xavier, às 18:08:53
Comentários [ 0 ]
|
terça-feira, 3 de agosto de 2004
Moramos em algum lugar, trabalhamos, falamos por falar, comemos de qualquer jeito. Temos uma meta, olhamos sem ver os quadros por alto, moramos de qualquer maneira, somos uma pessoa qualquer. “Identidade” de uma pessoa, de uma coisa, de um lugar... Identidade!
A palavra só aquece o meu coração. Ela tem um sabor de tranqüilidade, de calma.
O que é identidade? Saber qual é o nosso lugar? Conhecer nossos meios, nosso valor? Saber quem somos? Como reconhecer a nossa Identidade? Concebermos uma imagem de nós mesmos, tentemos ser-lhe semelhante... será isso? Uma harmonia entre essa imagem e “nós mesmos”? Quem será “nós mesmos”?
Moramos em cidades que vivem dentro de nós. O tempo passa, mudamos de cidade... mudamos de país, de língua, de costumes, de opnião, de roupa. Nós mesmos mudamos. Tudo muda... rapidamente. Sobretudo nas imagens ao nosso redor que se reproduzem com uma rapidez astronômica desde a libertação das imagens eletrônicas que substituem a fotografia. Aprendemos a confiar na imagem fotográfica. Podemos confiar nela? Na pintura tudo era simples. O original era único. Cada cópia era uma falsificação.
Com o advento da fotografia e do cinema, tudo ficou mais complicado. O “original” é um negativo. Toda cópia é um original. Com a imagem eletrônica e com a digital, não há mais negativo, nem positivo.
A idéia de original está ultrapassada
Tudo é cópia. Qualquer diferenciação é arbitrariedade. Quem então irá se admirar se o conceito de Identidade tenha se perdido? A identidade está OUT, saiu de moda. E o que está “na moda” exatamente senão a própria moda? Ela está sempre IN... por definição.
“Identidade” e “Moda” formariam um par antagônico? Moda! Não me venha com esse negócio! Foi a minha primeira reação quando o Centro Pompidou em Paris me encomendou um curta metragem sobre “o mundo da moda”.
A mim interessa o mundo, não a moda. Mas talvez não devamos menospreza-la, mas encara-la como uma indústria qualquer, como por exemplo, o cinema. Este filme me daria a oportunidade de conhecer alguém que já despertara a minha curiosidade, alguém que trabalhava em Tóquio.
_______________________
As aulas começaram!
Nem sei se achei isso bom ou ruim.
A aula de ontem foi com Ronaldo Fraga. Sei lá... meio estranho, meio estrela.
Mas ele levou esse texto bacana aí. É a abertura do curta Caderno de Notas sobre roupas e cidades, de um tal de Wim Wenders, sobre Yamamoto (pelo que entendi, é um estilista japonês).
Em certo ponto do filme, perguntam para o Yamamoto qual a melhor cidade do mundo. Ele disse que são várias, mas Tóquio ele leva dentro de si e coloca um pouco do Tóquio em tudo que faz. Gostei disso. De vez em quando sinto meio que vergonha de gostar de Formiga, de levar comigo algumas lembranças e histórias da cidade. Às vezes acho que isso parece coisa de quem saiu do interior mas o interior não saiu da pessoa. E conversando com o pessoal da sala, percebi que todo mundo é meio assim. Todo mundo tem um bairro, uma cidade, uma pessoa morando dentro de si. A gente pode até mudar de casa, de bairro, de roupa, de estilo... mas nossa cidadezinha vai continuar a mesma lá dentro. E isso é muito bacana.
Rafael Xavier, às 10:36:28
Comentários [ 5 ]
|
terça-feira, 27 de julho de 2004
Sim, estou com uma preguiça monstro de postar.
E como esse blog é meu, o dia que der vontade apareço aqui outra vez.
Enquanto isso, divirtam-se com isso.
Rafael Xavier, às 09:31:24
Comentários [ 0 ]
|
segunda-feira, 12 de julho de 2004

accidentally in love
So she said what's the problem baby
What's the problem I don't know
Well maybe I'm in love
Think about it every time
I think about it
Can't stop thinking 'bout it
How much longer will it take to cure this
Just to cure it cause I can't ignore it if it's love
Makes me wanna turn around and face me
but I don't know nothing 'bout love
Come on, come on
Turn a little faster
Come on, come on
The world will follow after
Come on, come on
Cause everybody's after love
So I said I'm a snowball running
Running down into the spring that's coming all this love
Melting under blue skies
Belting out sunlight
Shimmering love
Well baby I surrender
To the strawberry ice cream
Never ever end of all this love
Well I didn't mean to do it
But there's no escaping your love
These lines of lightning
Mean we're never alone,
Never alone, no, no
Come on, Come on
Move a little closer
Come on, Come on
I want to hear you whisper
Come on, Come on
Settle down inside my love
Come on, come on
Jump a little higher
Come on, come on
If you feel a little lighter
Come on, come on
We were once
Upon a time in love
We're accidentally in love
Accidentally in love
Accidentally
Come on, come on
Spin a little tighter
Come on, come on
And the world's a little brighter
Come on, come on
Just get yourself inside her
I'm in love
Rafael Xavier, às 15:48:35
Comentários [ 5 ]
|
quarta-feira, 7 de julho de 2004

Preciso de um celular novo. Mas ele só precisa falar. Nada mais que isso.
Rafael Xavier, às 12:00:21
Comentários [ 3 ]
|
terça-feira, 6 de julho de 2004
Primeiro eu pensava que Strokes era uma banda da época dos Beatles, The Doors e afins.
Depois peguei umas músicas, mas me dava dor de cabeça. Sei lá por que.
Agora eu gosto. Ontem gravei o CD do D2, muito divertido por sinal, e pra aproveitar espaço, gravei o primeiro do Strokes também. E isso tem alegrado bastante minha manhã de trabalho.
Rafael Xavier, às 11:05:56
Comentários [ 5 ]
|
domingo, 4 de julho de 2004
Agora empolguei com saldões:
::Saldão do Final de Semana::
- A procura da batida perfeita; Kill Bill vol. 1; Parachutes; Los Hermanos; Weezer - Blue Album; Ruído Rosa; sem contar o clássico Jesus Negão - tudo devidamente baixando no meu PC.
- encontro com demulidos que não vi há séculos;
- uma visita inesperada da D.Monstra! Deu pra matar 10% da saudade. Mas sábado a gente resolve isso.
Poutz... ficou fraco isso, hein?
Rafael Xavier, às 20:22:01
Comentários [ 4 ]
|
quinta-feira, 1 de julho de 2004
Vamos lá, passado o momento de melancolia, é hora da diversão:
::Saldão do SPFW::
- 1 melissa rosa purpurinada número 39 (brinde do stand da melissa);
- dezenas de copos de cerveja no espaço da Brahma Light, com direito a fotinhas;
- várias situações ridículas envolvendo Álvaro Jacomosi, câmeras sem filmes, câmeras sem pilhas e um celular que tira foto mas não tem bateria;
- vários SPFW Jornal;
- 1 chaveiro de melissa;
- uma blusa divertida, dois chaveiros divertidos, dois bottons bacanas e vários reais a menos nada divertidos, na Galeria Ouro Fino;
- várias viagens de grátis na Van do Hotel Lycra;
- uma saída à noite que me custou uma fortuna;
- infinitas dores nas pernas;
- 2 viagens pra tudo, principalmente no metrô;
- um encontro ultra super mega casual com a Priscila Jammal, na superlotada e nipônica feirinha da Liberdade;
- um brinde do Ronaldo Fraga;
- um convite do Renato Loureiro;
- uma visita a melhor exposição da minha vida: Picasso na Oca (Por favor, sem trocadilhos do conotação sexual);
- vários postais do Picasso;
- ficar de fora do desfile da Rosa Chá e ver a Naomi Campbell há 30 cm de distância. Ela é linda!
- sentar na 4ª fileira do Ronaldo Fraga, logo atrás da Erika Palomino;
- quase trabalhar no back-stage do Ronaldo e ainda por cima ver o ensaio dos modelos;
- sentar 3ª fileira do Renato Loureiro de frente pra Constanza Pascolato;
- tolerar um ataque de estrelismo do Herchcovitch;
- de um total de 7 refeições, 5 foram feitas no Mc Donald's (sem contar o café da manhã);
- ignorar solenemente a presença da Antonella e da Solange Frazão que insistiam em passar perto da gente várias vezes;
- me sentir a mais pobre das criaturas ao passear pela Oscar Freire;
- não ter tirado foto com nenhuma das modeletes famosas por achar brega e depois morrer de arrependimento.
Rafael Xavier, às 11:37:30
Comentários [ 7 ]
|
quarta-feira, 30 de junho de 2004
Sim o São Paulo Fashion Week foi tudo de bom na vida de uma pessoa; me fez pensar em coisas muito legais; me fez achar o pós muito mais divertido e perceber que o caminho é mais ou menos esse; e, claro, me fez pagar os maiores micos da minha vida. Mas isso é assunto para um outro post. Esse de hoje é um pouco mais visceral.
Num momento de saudosismo descontrol, lendo os e-mails da minha agência experimental, achei um que o Juliano mandou logo depois da formatura. Realmente é muito legal ler isso ouvido Why Georgia com John Mayer.
A coisa é bem por aí:
::Crise de um quarto de vida::
É quando você pára de sair com a galera e começa a perceber muitas coisas sobre você que você mesmo não conhece e pode não gostar disso. Você começa a se sentir inseguro e pensar sobre onde você vai estar daqui a um ano ou dois, mas de repente se sente inseguro porque você mal sabe onde está agora. Você começa a perceber que as pessoas são egoístas e que, talvez aqueles amigos que você pensou que eram tão próximos não são exatamente as melhores pessoas que você encontrou em seu caminho, e pessoas que você perdeu o contato eram algumas das mais importantes. O que você não consegue perceber é que eles percebem isso também, e não estão sendo frios, grosseiros, ou falsos, mas estão tão confusos quanto você.
Você olha para seu emprego e não é nem perto do que você imaginava que estaria fazendo, ou talvez você esteja procurando emprego e percebendo que vai começar do zero e isso pode te assustar. Suas opiniões se tornaram mais fortes. Você vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando mais do que o usual, porque você percebe que desenvolveu certos limites na sua vida e está constantemente adicionando coisas na sua lista do que é aceitável e o que não é.
Em um minuto, você está inseguro e no próximo, seguro. Você ri e chora com a maior força da sua vida. Você se sente sozinho, assustado e confuso. De repente, a mudança é sua maior inimiga e você tenta se agarrar ao passado com a vida boa, mas logo percebe que o passado está cada vez mais longe, e não há nada a se fazer a não ser ficar onde está ou caminhar para frente. Você tem seu coração quebrado e pensa como alguém que você amava tanto pôde causar tanto estrago em você. Ou você fica deitado na cama e pensa por que você não poderia encontrar alguém decente o suficiente que você queira conhecer melhor. Ou às vezes você ama alguém e ama outro alguém também e não consegue imaginar porque você faz isso, já que você sabe que não é uma má pessoa. Ficar com alguém por uma noite ou galinhar começam a parecer ridículos. Agir como um idiota se torna patético. Você sente as mesmas coisas e enfrenta as mesmas questões de novo e de novo, e conversa com seus colegas sobre as mesmas coisas porque você não consegue tomar decisões.
Você se preocupa sobre empréstimos, dinheiro, o futuro e construir sua própria vida e enquanto ganhar a corrida seria maravilhoso, neste momento você gostaria apenas de participar!
O que você pode não perceber é que todos que lêem isso encontram algo em comum. Estamos em uma das melhores e piores épocas da vida, tentando o máximo que podemos acabar com isso.
::::
E é isso que justifica as sumidas dos blogs; o mau e o bom humor repentino; a preguiça e a saudade dos amigos, de Formiga, da publicidade, da moda, da Ordem. E eu bem pensando que tudo se resolveria quando acabasse a faculdade...
Rafael Xavier, às 22:42:17
Comentários [ 1 ]
|
quarta-feira, 23 de junho de 2004
::Esse povo volta do São Paulo Fashion Week achando que é moderno::
Só pra ilustrar o nível do stress: saí de casa hoje às 8 da manhã. Às 20:30 percebo que estou com um pé de meia verde e o outro branco. E de sapato preto.
Rafael Xavier, às 22:35:40
Comentários [ 1 ]
|
terça-feira, 22 de junho de 2004
Foi lindo.
Quando eu estiver vivo novamente, conto com detalhes.
Rafael Xavier, às 17:38:34
Comentários [ 3 ]
|
sexta-feira, 18 de junho de 2004
Uhú!
Em poucas horas estou indo pra São Paulo.
Amigos, frio, moda, frio, propaganda, frio, chuva, frio, teatro, frio, spfw, frio, falta de dinheiro e frio.
É, vai ser divertido.
Rafael Xavier, às 15:03:36
Comentários [ 2 ]
|
Olha só um brainstorming para um testimonial que a Nívea deixou na minha página do Orkut.
Rafael, Formiga, mundo ideal, Tice, São Paulo Fashion Week, a "bola", fogo amigo, design de moda, terapia do abraço, vela do Nemo, São Jorge Tchuco, Bezola, Iron, Demolay, Pequena Sereia, pão de batata com cheedar, pantufas, meias coloridas e pés-de-meia patrocinados pela PecLab, pastel de Nutella, Morning View, casaco da Zara-C&A, Eva, Dancinhas, Balé, Uni-BH, a marca de educação...A-weema-weh, a-weema-weh, a-weema-weh..
Para os mortais que ainda não estão lá (ou perceberam que aquilo não serve pra nada): sinto muito, mas o testimonial em si é só para os iniciados.
Sorry.
Rafael Xavier, às 15:02:33
Comentários [ 0 ]
|
quarta-feira, 16 de junho de 2004
::Um pouco de alegria na vida das pessoas::
Já que estamos numa fase completamente Chico Buarque e aproveitando a oportunidade pra homenagear meu amigo dos comments; tô postando um conto, crônica, artigo, texto (sei lá o que é isso, não sou jornalista!) do Chico Buarque. Desliga o som, fecha a porta e concentre-se. Isso é lindo!
A casa do Oscar
A casa do Oscar era o sonho da família. Havia o terreno para os lados da Iguatemi, havia o anteprojeto, presente do próprio, havia a promessa de que um belo dia iríamos morar na casa do Oscar. Cresci cheio de impaciência porque meu pai, embora fosse dono do Museu do Ipiranga, nunca juntava dinheiro para construir a casa do Oscar. Mais tarde, num aperto, em vez de vender o museu com os cacarecos dentro, papai vendeu o terreno da Iguatemi. Desse modo a casa do Oscar, antes de existir, foi demolida. Ou ficou intacta, suspensa no ar, como a casa no beco de Manuel Bandeira.
Senti-me traído, tornei-me um rebelde, insultei meu pai, ergui o braço contra minha mãe e sai batendo a porta da nossa casa velha e normanda: só volto para casa quando for a casa do Oscar! Pois bem, internaram-me num ginásio em Cataguazes, projeto do Oscar. Vivi seis meses naquale casarão do Oscar, achei pouco, decidi-me a ser Oscar eu mesmo. Regressei a São Paulo, estudei geometria descritiva, passei no vestibular e fui o pior aluno da classe. Mas ao professor de topografia, que me reprovou no exame oral, respondi calado: lá em casa tenho um canudo com a casa do Oscar.
Depois larguei a arquitetura e virei aprendiz de Tom Jobim. Quando a minha música sai boa, penso que parece música do Tom Jobim. Música do Tom, na minha cabeça, é a casa do Oscar.
Rafael Xavier, às 10:24:06
Comentários [ 7 ]
|
segunda-feira, 14 de junho de 2004
Depois de um feriadão divertido, um dia dos namorados muito legal (com situações surreais); nada como acordar cedo na segunda feira, enfrentar o frio do alto da Afonso Pena para produzir fotas para campanhas do UNI-BH.
Olha só:
Eu a Raquel curtindo o clima polar do momento.
Tudo mundo com cara feliz, morrendo de frio e louco pra tomar alguma coisa quente.
A moça do figurino e maquiagem, que esqueci o nome; eu; a Raquel; a Érica, da produção e Humberto, o modelo.
Rafael Xavier, às 17:19:29
Comentários [ 5 ]
|
quinta-feira, 3 de junho de 2004
Vai passar
Nessa avenida um samba popular
Cada paralelepípedo
Da velha cidade
Essa noite vai
Se arrepiar
Ao lembrar
Que aqui passaram sambas imortais
Que aqui sangraram pelos nossos pés
Que aqui sambaram nossos ancestrais
Num tempo
Página infeliz da nossa história
Passagem desbotada na memória
Das nossas novas gerações
Dormia
A nossa pátria mãe tão distraída
Sem perceber que era subtraída
Em tenebrosas transações
Seus filhos
Erravam cegos pelo continente
Levavam pedras feito penitentes
Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal
Tinham direito a uma alegria fugaz
Uma ofegante epidemia
Que se chamava carnaval
O carnaval, o carnaval
Palmas pra ala dos barões famintos
O bloco dos napoleões retintos
E os pigmeus do bulevar
Meu Deus, vem olhar
Vem ver de perto uma cidade a cantar
A evolução da liberdade
Até o dia clarear
Ai, que vida boa, olerê
Ai, que vida boa, olará
O estandarte do sanatório geral vai passar
Ai, que vida boa, olerê
Ai, que vida boa, olará
O estandarte do sanatório geral
Vai passar
Rafael Xavier, às 16:30:51
Comentários [ 4 ]
|
segunda-feira, 31 de maio de 2004
Como ser generoso que sou, vou dividir com vocês, simples mortais, um dos melhores momentos que o Orkut já me proporcionou: a comunidade
:: Anti-Hippie Militia ::
Como acabar com essa praga?
- Destruir a fabrica da durepoxi;
- Abolir/boicotar o uso de calçadas evitando assim o contato com as "tribos";
- Cobrar impostos pelo uso de bijuterias tanto pelo peso quanto pela natureza do metal (qualquer tipo de pedra semi-preciosa e metais como cobre e latão devem ser cobrados em dobro);
- "Fedeu, morreu", extermínio seletivo com base na taxa de odores desagradáveis comumente eliminadas;
- Acabar com a maconha, o incenso e os discos do Raul Seixas;
- Convocar os hippies para uma saudação ao sol num belo campo de trigo. Depois atropelar a todos com uma colheitadeira. A única dúvida é: Massey Ferguson ou New Holland?
- Como última opção, extradição em massa dos hippies p/ o Acre.
Sugestões são sempre bem vindas.
Rafael Xavier, às 14:12:34
Comentários [ 11 ]
|
quinta-feira, 27 de maio de 2004
Aqui, simples mortais, estou no Orkut.
Ainda que não saiba muito bem pra que exatamente isso serve.
Rafael Xavier, às 14:16:14
Comentários [ 2 ]
|
::Um dia um mundo novo surgiu diante de mim::
A coisa bacana de ser cool não existe mais.
A Priscila acha que o legal agora é ser fresh. Acho que isso não passa de viadagem. Eu não me relacionaria com alguém que se diz fresh.
De qualquer forma, o povo agora resolveu que o legal é ser NO COOL.

O manifesto NO COOL é uma ode à espontaneidade! Seja você! Solte-se! E se manifeste sempre! Um viva para as pessoas que vão ao cinema sem julgar o pobre do diretor pelo seu curriculum vitae.
UM VIVA PARA OS ENTUSIASMADOS!
UM VIVA PARA AS PESSOAS QUE MANIFESTAM SEUS INTERESSES, DESEJOS E ÓDIOS
E a camiseta Hering? Delícia, né? Sandálias Havaianas? Mais gostoso ainda... Mc Donald´s de ressaca, uhuuuu!
Fala aí, quem não vê o Faustão pelo menos por meia horinha no Domingo? E a Hebe na Segunda? O ratinho é apelação e o João Cleber é um otário, mas a Luciana Gimenez é inofensiva, né?
E um ensaio de escola de samba? Fala aí... ou melhor, samba aí!
Não tenho opinião formada sobre todas as coisas, nem tiradas rápidas para todos os comentários. Minto de vez em quando nestas situações... É foda não ter opinião às vezes.
Sim, eu frequento churrasco (e adora uma picanha com gordurinha). Vamos comer mais pastel frito no centro!
Sim, eu sei a letra de "Fogo e Paixão" do Wando.
Sim, eu me identifico com a Rosana.
Sim, eu choro nos quadros do Faustão e do Gugu
Vamos descer do salto.
VIVA O TORRESMO! (MAS SEM CABELO)
Vamos perder o medo do ridículo!
Viva a pista de dança bombando como arquibancada do Minerão!
Viva a despretensão Climas pesados fazem mal pra pele e aumentam a ressaca do dia seguinte
Vamos formar menos clubinho fechados e abrir-nos para um mundo de possibilidades.
Vamos fazer menos listas do que é legal e do que não é legal
Ser cool é legal, mas fazer disso segurança pessoal não vale.
VAMOS ABRIR MAIS SORRISOS E TORCER MENOS NARIZES!
Não vamos perder tanto tempo rotulando as pessoas. Isso prejudica na hora de conhecê-las realmente.
VAMOS FAZER MAIS COMENTÁRIOS BOBOS!
Não é vantagem ter o corpo magro se o ego é muito gordo
Fora o provincianismo!
A diversidade é tendência nos lugares mais badalados do mundo
Viva a franqueza na hora de admitir pequenas fraquezas do tipo:
- sim, eu assisto a uma novelinha de vez em quando
- sim, eu acompanhei o Big Brother e torci pra Cida
- sim, eu acho a Hebe uma gracinha
- sim, eu leio a Caras na sala de espera do dentista (e gosto)
Rafael Xavier, às 11:50:54
Comentários [ 2 ]
|
Eu vou no SPFW!
Aguarde, ainda hoje, um post comemorativo com direito a novidades e revelações bombásticas.
Rafael Xavier, às 09:44:07
Comentários [ 1 ]
|
quinta-feira, 20 de maio de 2004
:: \O/ uHú \O/ ::
fernanda young :: sempre um papo :: joão ceschiatti :: vinte e sete :: quinta feira :: sete e meia :: de grátis :: imperdível
Rafael Xavier, às 14:21:29
Comentários [ 6 ]
|
quarta-feira, 19 de maio de 2004
ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!
Hoje é anviersário da Laís!
Todo mundo vai lá no Grub e taca um ovo nela!
Parabéns, Lalá!
Rafael Xavier, às 08:54:40
Comentários [ 2 ]
|
|